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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A Viagem de Trem

Dia desses, li um livro
que comparava a vida a uma viagem de trem.
Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada.

Interessante,
porque nossa vida é como uma viagem de trem,
cheia de embarques e desembarques,
de pequenos acidentes pelo caminho,
de surpresas agradáveis com alguns embarques
e de tristezas com os desembarques...

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que,
acreditamos que farão conosco
a viagem até o fim:
nossos pais.

Não é verdade.
Infelizmente, em alguma estação,
eles desembarcam, deixando-nos
órfãos de seus carinhos, proteção, amor e afeto.

Mas isso não impede que, durante a viagem,
embarquem pessoas interessantes
que virão ser especiais para nós:
nossos irmãos, amigos e amores.

Muitas pessoas
tomam esse trem a passeio.
Outras fazem a viagem
experimentando somente tristezas.
E no trem há, também, outras que passam
de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.

Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso.
Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles.
O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.

Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques.
Sabemos que esse trem jamais volta.

Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que,


em algum momento do trajeto poderão fraquejar,
e, provavelmente, precisaremos entender isso.

Nós mesmos fraquejamos algumas vezes.
E, certamente, alguém nos entenderá.

O grande mistério

é que
não sabemos
em qual
parada
desceremos.

E fico pensando:
quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.


Mas me agarro na esperança de que,
em algum momento, estarei na estação principal,
e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem,
que não tinham quando embarcaram.

Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.

E o que me deixará feliz é saber que,
de alguma forma, eu colaborei para que
essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.

Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas.
Minha expectativa aumenta,
à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade...

Quem entrará? Quem sairá?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história,
de algo que duas ou mais pessoas construíram
e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós,
têm a capacidade de reconstruir para recomeçar.

Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver,
é tirar o melhor de "todos os passageiros".

Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que
nossos assentos não estejam lado a lado,
com certeza, o vagão é o mesmo.

Autor Desconhecido

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ainda não desaparecemos... foram férias...


Hehehehe... só para dizer que ainda estamos por aqui... mas sogaditas...

Melhores Posts virão (espero eu).

terça-feira, 16 de junho de 2009

Será que é desta que se leva máquina fotográfica???

Próximo jantar já marcado :) Vamos ter festarola. Preparem-se que penso ser desta que vamos conseguir um encontro em que NINGUÉM FALTE. Senão terá que colocar 1€ no frasco da comunidade hehehehe.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Deambulações Fantásticas ....

  • "O Neolítico é o novo litico."
  • "A escrita hirguelifica."
  • "O rio Nilo mandava no Egipto."
  • "Os bárbaros infiltraram-se no Império Romano como espiões."
  • "Os bárbaros eram mesmo muito bárbaros, por isso se chamavam bárbaros."
  • "D. Sebastião foi a África, perdeu-se e depois morreu."
  • "Em 1989 o Brasil tornou-se Independente."
  • "Absolutismo - o rei mandava em tudo como um ditador."

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Inda estamos Bibas

E enfim, com pouco ppl... poix... "poucos mas bons" ;)
Eu sei... eu sei... mea culpa... não me lembrei da máquina :( é o que faz a empolgação de 6ª feira.
Mas sempre deu para repor as baterias... nada como uma tequilha para pôr os neurónios a mexer hehehehe.

TEMOS É QUE ORGANIZAR SAIDAS MAIS VEZES... não me canso de o dizer... hei-de vencer pelo cansaço... e para quem não foi, desta está perdoado... mas para a próxima (QUE ESPERO SER BREVEMENTE) não há desculpas!!!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Finalmente... 'BAMOS COMBIBER!?

Finalmente alguém se lembra de marcar, não uma reunião, mas um jantar, um convivio, um "destressante"... ALELUIA
hummmm.... nota mental: Levar máquina fotográfica ;) Hehehe pode ser que ainda apareçam uns "tesourinhos deprimentes".

Deambulações Fantásticas ....

Um dia destes, andei a arrumar uma papelada que andava lá por casa e eis que encontro um caderno onde escrevi algumas das respostas que ex-alunos meus tinham dado em fichas de avaliação, de trabalho e na aula.
Cá vai .....

  • "O primeiro Presidente da República foi o Mário Soares."
  • "Naquele tempo, ninguém via televisão nem bebia coca-cola, o Salazar não deixava."
  • "Vivemos numa República e o D. Duarte é o Rei."
  • "Os australopitecos éramos nós no antigamente."
  • "O Brasil foi conquistado pelo Afonso Henriques."
  • "1640 foi o ano em que os espanhóis basaram daqui. Ficamos falidos."
  • "A 1ª Guerra Mundial, foi a guerra das trineiras." (Trincheiras)
  • "Os Matrecos eram estrangeiros que viviam em Atenas." (Metecos)
  • "Os bárbaros piscavam o olho à Europa daqui." (Ocidental)
  • "A Península Itílica ..." (Itálica)
  • "O Faraó usava um guarda-chuva como símbolo de poder." (Ceptro)